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Doramas, K-Drama

Duel – K-Drama

Finalmente depois de muito tempo voltei por aqui, pra falar de um drama que terminou já faz um tempinho mas foi tão maravilhoso que tinha que vir aqui surtar com vocês!

Em meio a uma temporada de dramas que começaram muito bem e me decepcionaram no término, Duel teve um excelente desempenho do começo ao fim.

Duel tem uma história original e diferente, com muita emoção, tensão e surpresas, o drama é mais uma excelente obra da OCN neste ano. O elenco é sensacional, mas o destaque é Yang Se Jong, que deixou os dorameiros apaixonados por sua atuação impecável em seus dois personagens do drama. 👏😍

OCN-Duel-2Duel | 듀얼
Episódios: 16 | Emissora: OCN | Ano: 2017

Sinopse: Jang Deuk Cheon (Jung Jae Young) é um chefe de polícia. Em casa ele é um pai dedicado e bondoso. Ele conhece um clone humano e acaba envolvido em um caso chocante.

Antes de tudo, preciso falar que essa história é muito nova no meio dos dramas coreanos, raramente há histórias de clones, e da forma que Duel foi feito, não vi nada parecido mesmo. A temática já me agradou assim que comecei o primeiro episódio e só foi ganhando força ao longo do drama.
O roteiro é muito bem conectado e nos mantém presos em todos os momentos. A teoria apresentada na história é bastante interessante e a trama equilibra bem os momentos de tensão e emoção. Fiquei feliz como roteirista e diretor conseguiram retratar tão bem a trama complexa e densa que é Duel.

Eu ficava tensa, daqui a pouco com raiva, e segundos depois já estava chorando (sim!) e depois sorrindo inocente sem saber que daqui a pouco tudo ia ficar tenso de novo… e bom, era um ciclo delicioso de emoções que poucos dramas conseguem proporcionar. Simplesmente uma obra de arte! De longe, um dos meus preferidos da OCN.

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Tudo começa quando a filha de Jang Deuk Cheon (Jung Jae Young) é sequestrada. Ela tem leucemia e acaba de ganhar um tratamento novo e único que pode salvá-la. Ele é um policial e a princípio, não entende os motivos do sequestro. Com a ajuda dos colegas de trabalho ele vai resgatar sua filha mas se depara com o suspeito do crime e outro homem em cena que é exatamente igual o suspeito. Eles são Lee Sung Joon e Lee Sung Hoon (Yang Se Jong).

Jang Deuk Cheon percebe que as personalidades deles não são nada parecidas. Aos poucos o detetive e a polícia se envolvem num caso mais complexo ainda que envolvem clones, doenças e experimentos.

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Lee Sung Joon é o “clone bom” como eu o chamava até descobrir os nomes. Ele é um homem que simplesmente aparece em cena sem memória, sem saber nada sobre sua vida nem o porque dele estar ali.

Lee Sung Hoon é o “clone mau”. Um homem cruel e revoltado e ele sim foi o “verdadeiro” sequestrador. (Não é spoiler! Tá no primeiro episódio! 👍)

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Se me perguntassem no começo de Duel qual dos clones era meu preferido eu diria logo que era o Sung Hoon, isso mesmo, o malvado ~que ficava ainda mais bonito com carinha de bravo! Mas ao longo da trama pude enxergar o quanto o Sung Joon foi maravilhoso e não só pelo fato de ser “bom” mas pelo personagem ter crescido demais. A verdade é que eu amava os dois e me emocionei e senti muito por eles. Queria que ambos tivessem um fim digno e que todo sofrimento fosse recompensado de alguma forma.

E eu já falei no começo do post, que o elenco foi ótimo, mas Yang Se Jong, minha gente, foi sensacional! Eu não imaginei que fosse admirar tanto esse ator que começou com um personagem secundário e levinho em Romantic Doctor Teacher Kim mas se destacou tanto nos dramas seguintes. Em Duel ele foi maravilhoso interpretando dois personagens completamente opostos.

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No começo eu sempre fico com uma sensação estranha, porque eu sei que é o mesmo ator interpretando dois personagens mas em Duel eu esqueci logo desse detalhe e fiquei tão envolvida que nem lembrava que era um ator só, ainda mais quando estavam os dois em cena e era tão perfeita a junção da atuação com a produção. Yang Se Jong, meus parabéns, você é maravilhoso, ganhou meu coração e subiu muito na minha lista de atores favoritos! 😍😍

A história não para só nesses três não. É muito maior do que você possa imaginar, e eu tenho medo de entrar em detalhes e soltar spoilers, por isso só digo uma coisa: é tudo muito envolvente. Quando você acha que está entendendo alguma coisa aparecem outros personagens que tornam a trama toda confusa de novo. Sem falar nas várias teorias, nos fatos que vão nos surpreendendo aos poucos na história. Nada óbvio, o que eu adoro.

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A filha do Jang Deuk Cheon é Jang Soo Yeon (Lee Na Yoon), uma menininha encantadora que facilmente conquista as pessoas a sua volta. Ficava preocupada sempre que ela estava em perigo mas adorava o fato dela ser uma menina inocente e ao mesmo tempo corajosa, que sempre que estava com o sequestrador plantava um pouquinho da sua doçura nele. Eu queria que ela fosse curada logo tanto quando o pai. Eu também senti muito e torcia por ela. Soo Yeon não passou sua vida presa dentro de um laboratório, nem sofreu tudo que os clones sofreram, mas passou muito da sua infância em médicos e hospitais e merecia igualmente ser feliz.

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Fiquei encantada também pela Ryu Mi Rae (Seo Eun Su), uma personagem tão amorzinho. Uma repórter que quer descobrir mais sobre o passado da sua mãe e acaba se envolvendo nos casos. E ela simplesmente sem questionar muito começa a ajudar “dois estranhos” que precisam de ajuda. E ela dá casa, carro, comida e muito apoio. <3 Além disso, parte para os planos junto com eles e acaba tendo muito importância na história. Ela é uma fofa!

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Choi Jo Hye
(Kim Jung Eun) é a detetive responsável pelo caso de sequestro da Soo Yeon e claramente se envolve no caso dos clones também. Mesmo com o mesmo objetivo de resgatar Soo Yeon e resolver o caso, os ideais dela são opostos aos de Jang Deuk Cheon o que cria ainda mais conflito na trama. Não é das minhas personagens favoritas, mas gostava da inteligência dela e do modo como lidava algumas coisas, em outras era muito fria, o que me deixava muito irritada.

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Já falei muito o quanto os personagens do Yang Se Jong foram ótimos, mas também quero destacar o perseverante Jang Deuk Cheon, que diante das situações terríveis que vivenciou permaneceu firme. Claro que boa parte do seu ânimo de continuar foi por causa da sua filha, o tanto que esse pai queria protegê-la e salvá-la foi tocante mas ele se envolveu de tal forma com o Seung Joon e a Mi Rae (e o amigo mala dela, rsrs) que eles formaram um belo time. Nos poucos momentos que dava pra respirar normalmente no drama, eu até dava sorrisinhos com eles, que acabaram formando uma linda família. 💛

Eu queria falar de outros personagens e certos pontos da história, mas não vou dar spoilers aqui. Só saibam que a história só melhora a cada episódio e vai surgindo contas que me deixaram “O QUÊ??😱” . Todos os episódios são muito dinâmicos e cheios de reviravoltas.

Eu achei que sofreria muito no fim do drama, e de fato sofri sim, com muitas coisas que aconteceram e principalmente por ter acabado um drama tão bom! Mas o final foi bem feito, fechadinho, bem explicado e teve seus momentos de deixar a gente feliz também. Vale super a pena! 💕

Como de costume, OCN sempre arrasa nas produções de ação, toda parte “técninca” do drama também está de parabéns. E eu gostei principalmente dos ângulos das câmeras que deixavam tudo com ainda mais suspense.

A trilha sonora não tem muitas músicas, mas é muito marcante, principalmente a dramática Nightmare do Mad Soul Child. (As cenas do vídeo abaixo são dos primeiros episódios)

Enfim, Duel foi  excelente e recomendo pra fazer maratona porque a curiosidade de ver o que vai acontecer é grande demais. Eu ficava a semana toda esperando por novos episódios e agora fico pensando o quanto deve ser bom assistir Duel tudo de uma vez. 😍👍

 

Assistir Legendado

Tem Duel legendado no Kingdom Fansubs e no Dramafever.

 

E vocês que já viram? O que acharam?

Beijos, Mari. 😊

 

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2 Comentários

  • Responder carol October 18, 2017 at 6:21 pm

    Eu ameeei, muito bom, isso prova que um dorama não precisa de romance para ser bom…
    amei, eu assisti por causa da sua resenha … sz

    • Responder Mari October 27, 2017 at 5:35 pm

      Oi Carol! Sim, não precisa ter romance, mas que a gente shippa a gente shippa! Hahahah
      Awwnn, obrigada 💛💛
      Beijos!

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